Mostrando postagens com marcador Eu = Edlamir. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eu = Edlamir. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Stranger in Paradise

Bom dia, amigo(a) s. Hoje apresento a vocês a minha música favorita. Ela faz parte da cena do jardim do musical Kismet (destino), 1953, de Robert Whright e George Forrest. Representa a declaração de amor do personagem do califa para a bela Marsinah. A versão de que mais gosto é a interpretada por Sarah Brightman. Foi a primeira música que ouvi dela e que imediatamente me encantou com essa doce voz angelical. Desde então essa soprano é a minha diva, adoro para sempre.

PS.: Ainda não me conformo até hoje por não ter ido ao show da Sarah em outubro, em SP. =´ (




Stranger In Paradise

Take my hand

I'm a stranger in paradise
All lost in a wonderland

A stranger in paradise

If I stand starry-eyed
That's the danger in paradise

For mortals who stand beside

An angel like you


I saw your face ascended

Out of the common place and into the rare

Now somewhere out in space

I hang suspended

Until I'm certain that
There's a chance that you care


Won't you answer the fervent prayer

Of a stranger in paradise

Don't send me in dark despair

From all that I hunger for

But open your angel's arms

To the stranger in paradise

And tell him that he need be

A stranger no more

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

~♡~ Minha única poesia ~♡~

Essa poesia escrevi para a avaliação de Literatura Brasileira I, do prof. Dr. Lourival Holanda, do meu curso de Letras. Recebi a nota máxima... Daí apresentei minha poesia há algum tempo na comunidade do orkut "Românticos Esquecidos". Espero que vocês gostem também. = )

Sentimentos Secretos

Sobre a superfície terrestre
Vejo suspenso o sol

No céu azul de imensidão infinita.

O dia sorrindo suave, amanhecendo

Faz com que eu reflita
Por que esconder tão sublime sentimento

Transformando-o em meu tormento, aflita?

Sufocar a emoção

Em amargas lágrimas

Dissolver o coração

Assim como as ondas

Dissolvem as rochas

No imenso oceano

Sem compaixão.


Seu semblante sereno

Seduziu meus pensamentos singelos

Seus cintilantes olhos

Fascinam-me sinceros

Parecem suplicar

Para que eu te confesse

Os meus sentimentos secretos.


Ser superior tão próximo da perfeição,

Aceite o meu amor a ti
Essa paixão furtiva

Sabor e essência da minha vida

Ou liberte a minha alma,

Que tu manténs cativa
E esmorecerei na solidão.

♪ Agora sou blogueira e ninguém vai me segurar! ; D Meu 1º post!

Saudações, meus novos amigos virtuais. = D

Há tanto tempo desejei participar desse espaço virtual e hoje consegui, finalmente, realizar esse sonho... Só me resta descobrir como funcionam as coisas por aqui, mas tudo bem.
Bem, inicio, pois, essa nova fase da minha vida dividindo com vocês a minha poesia favorita De Rosis Nascentibus, de Ausônio, traduzida do latim (amo!):


De Rosis Nascentibus- O Nascimento das Rosas


Eu via a rápida pilhagem do tempo fugidio
E, apenas nascidas, envelheceram as rosas.

E eis que, enquanto eu falo,
Se desfaz a rútila cabeleira das flores vermelhas
E o solo brilha resplandecentemente de púrpura.
Tantas formas, tantos nascimentos e mudanças várias

Um só dia aparecem e neste mesmo dia encontram o fim.
Queixamo-nos, ó natureza, da brevidade de tanta coisa bela;

Imediatamente tomas os dons que nos ofertas
O tempo das rosas é o tempo de um dia;

Rápida, sua velhice se junta à adolescência;

Aquela que, ao amanhecer, viu brilhar o astro da manhã

Envelhecida contempla-a no seu regresso à tarde.

Pior, pois se poucos momentos lhe restam

Prolonga-lhe, por seus raios, a existência.
Colhe, virgem, as rosas, enquanto a flor é nova

E nova a tua juventude

E relembra que assim também se apressa

O tempo de tua vida.



*Então, gente, Carpe diem! kkk Linda poesia. = )